FFLC e CVM assinam memorando para apoiar a reabilitação de escolas afectadas pelo Ciclone Idai

FFLC e CVM assinam memorando para apoiar a reabilitação de escolas afectadas pelo Ciclone Idai

A acção de apoiovai abranger uma escola na cidade da Beira e outra no Distrito de Nhamatanda em Sofala.

A FUNDAÇÃO FERNANDO LEITE COUTO e a CRUZ VERMELHA DE MOÇAMBIQUE assinaram na tarde do dia 25 de Abril um memorando de entendimento com vista a canalizar os fundos recolhidos pela primeira instituição, para apoiar a reabilitação de uma escola na cidade da Beira e outra no Distrito de Nhamatanda em Sofala.

 

 

Em resposta ao cenário de devastação deixado no centro de Moçambique pela passagem do Ciclone Idai, a Fundação Fernando Leite Couto e a Cruz Vermelha assinaram no passado dia 26 de Março um memorando de entendimento no qual a primeira instituição se comprometeu a junto dos seus parceiros e amigos em todo mundo, fazer a recolha de fundos para aliviar o sofrimento das vítimas.

 

Numa primeira fase, a CVM prestou assistência de emergência humanitária quer no resgaste de vidas humanas quer na acomodação de pessoas deslocadas com base em ajuda internacional e passa agora a uma segunda Fase a de reabilitação de infra-estruturas importantes para a normalização da vida das pessoas afectadas, acção para a qual a Fundação FLC foi solicitada a apoiar.

 

O acordo assinado a 25 de Abril, após a apresentação de um plano de acções da CVM a 18 de Abril, vai permitir que os recursos arrecadados pela Fundação Fernando Leite Couto sejam alocados para a reabilitação da Escola Primária Completa Heróis Moçambicanos, sita na cidade da Beira, servindo bairros vulneráveis desta cidade e para a Escola Primária Completa Monte Siluvo, sita no Distrito de Nhamatanda, que em conjunto albergam 2.500 crianças em turmas da 1ª à 7ª Classe.

 

Foram neste acto entregues pela Fundação à CVM FLC 3.000.000,00 MT (Três milhões de Meticais) e 90.000,00 USD (Noventa mil Dólares Norte Americanos). Neste memorando a CVM assumiu o compromisso de empregar este valor exclusivamente nas acções aqui mencionadas. Na ocasião, Alfredo Timóteo, Secretário Geral da Cruz Vermelha de Moçambique, agradeceu este gesto e realçou:

“Com esta iniciativa, milhares de crianças voltam à escola e com as condições necessárias para a aquisição de mais conhecimentos. Louvamos este gesto e acreditamos que muitos irão seguir este exemplo da Fundação, pois estas duas escolas são uma parte das várias que foram destruídas. Se todos contribuirmos, engradecemos o nosso país e a nossa solidariedade interna fica mais significante.”

 

Fernando Amado Couto, Presidente do Conselho de administração da Fundação Fernando Leite Couto, prestou o seu agradecimento aos diversos amigos e parceiros da Fundação que de modo individual ou colectivo, contribuíram na concretização desta iniciativa:

“Quando a cruz vermelha identificou a escola Heróis Moçambicanos na Beira, de imediato nos solidarizamos assim como nos solidarizamos com a escola primária completa Monte-Siluvo em Nhamatanda. A escola da Beira acolhe 920 alunos que frequentam de primeira à sétima classe- dos 6 aos 15 anos- que vem de bairros desfavorecidos da Beira como Chipangara, Matacuana, Pontagea, entre outros e no Monte-Siluvo, na vila de Nhamatanda, que alberga também várias crianças. Nós não podemos ficar apenas pelas cidades. O país é grande e os moçambicanos, estejam onde estiverem, merecem o nosso apoio sem nenhum tipo de discriminação.”

 

O acordo foi assinado na tarde da passada Quinta-feira na sede da Cruz Vermelha de Moçambique em Maputo numa cerimónia que reuniu as direcções das duas instituições.

 

 

Para mais informações, por favor contacte:

Leocádia Valoi

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Fundação Fernando Leite Couto
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